escrita irregular
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
  Alan Arkin

As preferências e as escolhas de visionamento dum filme seguem a lógica do realizador, actores principais e enredo, várias vezes associadas a críticas favoráveis na imprensa da especialidade, ou através de transmissão por contacto amigo.
Muitas vezes queremos algo mais.
Nos filmes sempre encontrei nos personagens secundários um motivo de regozijo. De preferência personagens sem heroísmos, humanos, com uma qualquer história sem sucesso. Um qualquer bizarro ou "maluco". No fundo, um fora do comum é o que se procura quando nos sentamos na sala de cinema, para ver um filme.
"Uma família à beira de um ataque de nervos" fui vê-lo e adorei (lembram-se?). Os personagens eram essencialmente hilariantes. Deles destacou-se o avô, víciado em heroína, niilista, com uma visão peculiar da vida e claro, dedicado aos netos, em especial, à preparação para o concurso de beleza, para o qual a neta tinha concorrrido.
Foi Alan Arkin quem protagonizou esse papel. A academia distinguiu com um Oscar para o melhor actor secundário.
Fez bem.
Ficou-lhe bem o papel. Parabéns para o "casting", encontrou o actor certo para o personagem.
Até pelo que se viu na cerimónia desta madrugada, Alan Arkin não é propriamente um actor "hollywoodesco".
 
Comentários:
Pena não ter visto os "Oscares"...mas o sono venceu-me e a ideia de me levantar bem cedinho deixou-me com a mente tolhida!!!Mas já não vejo estas noites como antigamente, onde grandes filmes eram reconhecidos...assim como actores e atrizes.Agora, tudo me parece muita festarola e glamour, e... pouco "juice"!
 
sempre foi assim, o nosso sentido crítico é que era baixo e aceitávamos os prémios da Academia como o "supra" do cinema.
as "festas" de hoje são idênticas em glamour às de outrora e os vencedores por categoria são sempre questionáveis (sabes quem foi o grande vencedor em 1976 e em 1999?); hollywood vale o que vale, os oscares idem, assim como outros prémios do circuito europeu.
o importante é a relação de empatia por um filme, pelo momento criado.
Entre Inimigos - apesar de longo, foi uma sessão de divertimento barata, 3 horas por 2,5€. Consagrou um realizador que merecia um prémio pela sua carreira, em especial pelos filmes de gangsters que o homem dirigiu e pelos momentos magníficos com que nos brindou ao longo da história do cinema, na qual se inclui este também.
O filme em referência no post, conseguiu uma outra distinção: melhor argumento original, o que o torna numa referência obrigatória para quem aprecia cinema.
 
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